Pesquisar este blog

Mostrando postagens com marcador Defesa da Vida. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Defesa da Vida. Mostrar todas as postagens

sábado, 15 de março de 2014

Não a Ideologia de Gênero


Ajude a Defender a Família
No final do ano passado, voi votado no Senado Federal o projeto para o Plano Nacional de Educação. O PNE contém as diretrizes para todo o sistema educaional brasileiro para os próximos anos. Dentre os diversos problemas que se encontram no texto, o mais grave deles é a inserção da Ideologia de Gênero em nosso sistema educacional. Na ocasião, os senadores rejeitaram a tentativa de tornar obrigatório o ensino dessa ideologia em nosso sistema educacional. 
Após a votação no Senado, o PNE foi para a Câmara dos Deputados, onde será votado por uma Comissão Especial. A votação final ocorrerá no dia 19, na próxima semana. Vários deputados afirmaram que são favoráveis à obrigatoriedade da insersação daIdeologia de Gênero. Além disso, o relator da comissão, o deputado Álvaro Vanhoni, do PT do Paraná, adotou a mesma posição defendida pelo presidente da ABGLT, ou seja, a defesa da inclusão da Ideologia de Gênero no sistema educacional brasileiro. 
Como já foi explicado em outra ocasião, a Ideologia de Gênero é uma técnica idealizada para destruir a família como instituição social. Ela é apresentada sob a maquiagem da "luta contra o preconceito", mas na verdade o que se pretende é subverter completamente a sexualidade humana, desde a mais tenra infância, com o objetivo de abolir a família. 
Além disso, a palavra “gênero”, segundo os criadores da Ideologia de Gênero, deve substituir o uso corrente de palavra “sexo” e referir-se a um papel socialmente construído, não a uma realidade que tenha seu fundamento na biologia. Desta maneira, por serem papéis socialmente construídos, poderão ser criados gêneros em número ilimitadoe poderá haver inclusive gêneros associados à pedofilia ou ao incesto. É o que diz, por exemplo, a feminista radical Shulamith Firestone: “O tabu do incesto hoje é necessário somente para preservar a família; então, se nós nos desfizermos da família, iremos de fato desfazer-nos das repressões que moldam a sexualidade em formas específicas”. Ora, uma vez que a sexualidade seja determinada pelo "gênero" e não pela biologia, não haverá mais sentido em sustentar que a família é resultado da união estável entre homem e mulher.
Se estes novos conceitos forem introduzidos na legislação, estará comprometido todo o edifício social e legal que tinha seu sustento sobre a instituição da família. Os princípios legais para a construção de uma nova nova sociedade, baseada na total permissividade sexual, terão sido lançados. A instituição familiar passará a ser vista como uma categoria “opressora” diante dos gêneros novos e inventados, como a homossexualidade, bissexualidade, transexualidade e outros. Para que estes novos gêneros sejam protegidos contra a discriminação da instituição familiar, kits gays, bissexuais, transexuais e outros poderão tornar-se obrigatórios nas escolas. Já existe inclusive um projeto de lei que pretende inserir nas metas da Lei de Diretrizes e Bases da Educação nacional a expressão “igualdade de gênero”. 

Por isso, temos de nos manifestar imediatamente e pedir aos deputados que rejeitem completamentamente a introdução da Ideologia de Gênero em nosso sistema educacional.
Como fazer?
Assine a Petição online, acesse:
Depois de ter lido esta mensagem, escreva e telefone aos deputados da Comissão Especial que irão votar o Plano Nacional de Educação para explicar-lhes o que significa ideologia de gênero e pedir-lhes não introduzam no Plano Nacional de Educação a igualdade de gênero e orientação sexual como meta da educação brasileira. 

Deputado Relator

Angelo Vanhoni PT/PR: (61) 3215-5672 / (61) 3215-2672 / dep.angelovanhoni@camara.leg.br

Demais Deputados da Comissão Especial

Renan Filho PMDB/AL: (61) 3215-5907 / (61) 3215-2907 / dep.renanfilho@camara.leg.br
Eduardo Barbosa PSDB/MG: (61) 3215-1540 / (61) 3215-2540 /dep.eduardobarbosa@camara.leg.br
Mara Gabrilli PSDB/SP: (61) 3215-5226 / (61) 3215-2226 / dep.maragabrilli@camara.leg.br
Nelson Marchezan Junior PSDB/RS: (61) 3215-5250 / (61) 3215-2250 /dep.nelsonmarchezanjunior@camara.leg.br
Nilson Pinto PSDB/PA: (61) 3215-5527 / (61) 3215-2527 / dep.nilsonpinto@camara.leg.br
Marcos Montes PSD/MG: (61) 3215-5334 / (61) 3215-2334 / dep.marcosmontes@camara.leg.br
Antônio Roberto PV/MG: (61) 3215-5736 / (61) 3215-2736 / dep.antonioroberto@camara.leg.br
Efraim Filho DEM/PB: (61) 3215-5744 / (61) 3215-2744 / dep.efraimfilho@camara.leg.br
Professora Dorinha Rezende DEM/TO: (61) 3215-5432 / (61) 3215-2432 /dep.professoradorinhaseabrarezende@camara.leg.br
Leopoldo Meyer PSB/PR: (61) 3215-5233 / (61) 3215-2233 / dep.leopoldomeyer@camara.leg.br
Alex Canziani PTB/PR: (61) 3215-5842 / (61) 3215-2842 / dep.alexcanziani@camara.leg.br
VAMOS FAZER A NOSSA PARTE.
FAMÍLIA: É O PROJETO DE DEUS, VAMOS DEFENDÊ-LA

terça-feira, 13 de agosto de 2013

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Declaração do VII Encontro Nacional de Movimentos em Defesa da Vida e da Família




A Semana da Vida e o dia do Nascituro estão chegando e aqui na Paróquia Nossa Senhora da Glória, a vivenciaremos no Mês de Outubro, nas Santas Missas dos Sábados, junto com a Visita da Relíquia e Imagem de Santa Gianna Beretta Molla.
Sabemos que a vida, apesar de algo tão próximo e concreto para todos nós, infelizmente é uma questão que ainda precisa ser muito aprofundada e defendida.

E esse nesse sentido que colocamos aqui no Blog esse Manifesto em Defesa da Vida.

Nós, participantes do VII Encontro Nacional de Movimentos em Defesa da Vida e da Família realizado em Brasília de 7 a 9 de setembro de 2012, CONSTATAMOS:

1. O crescente favorecimento da causa abortista pelo Governo Federal, em desconformidade com o compromisso assumido pela então candidata à Presidência da República, Dilma Rousseff, com os eleitores, em 2010.

2. A lamentável nomeação da Sra. Eleonora Menicucci, defensora e praticante confessa do aborto, para o cargo de Secretária de Políticas Públicas para as Mulheres.

3. A celebração de contrato entre a União Federal e a Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ), prorrogado pelo atual Governo[1], assim como a manutenção do grupo GEA (Grupo de Estudos sobre o Aborto), criado com a finalidade de promover a despenalização do aborto no país.

4. O plano do Ministério da Saúde, noticiado pela imprensa, de instruir as mulheres como fazer o aborto por meio de uma cartilha e de uma central de telefone em âmbito nacional pelo SUS; de elaborar uma Norma Técnica, e de liberar o comércio de abortivos nas farmácias, usando como pretexto a redução de danos.

5. O açodamento com que foi preparado o anteprojeto de Código Penal, com audiências públicas não representativas da sociedade, e a sua conversão imediata em projeto de lei (PLS 236/2012) pelo Senador José Sarney, sem que fosse dado tempo suficiente ao povo para enviar sugestões e críticas.

6. A presença de inúmeros erros técnicos e de conteúdo no PLS 236/2012, dificilmente corrigíveis por meio de emendas durante o processo legislativo.

7. A descriminalização do aborto, da eutanásia, do suicídio assistido, da clonagem, da manipulação e comércio de embriões, da prostituição infantil a partir de doze anos, do uso pessoal de drogas e do terrorismo praticado por movimentos sociais, entre outras infâmias previstas pelo PLS 236/2012.

8. A promoção e a exaltação do homossexualismo, o cerceamento da liberdade de expressão e a instauração da perseguição religiosa presentes no mesmo projeto por meio da incriminação da chamada homofobia.

9. A crescente invasão de competência do Congresso Nacional pelo Supremo Tribunal Federal que, à revelia da Constituição, reconheceu a validade da união estável de pessoas do mesmo sexo e o aborto de crianças anencéfalas.

SOLICITAMOS

1. Ao Congresso Nacional, que, por meio de decreto legislativo, suste as referidas decisões da Suprema Corte.

2. Aos senadores e deputados federais, que rejeitem todas as cláusulas antivida e antifamília presentes no PLS 236/2012

3. Aos eleitores, que apóiem os candidatos comprometidos com a defesa da vida e da família e que neguem seu voto a políticos e partidos comprometidos com o aborto e o homossexualismo, entre os quais se destaca o Partido dos Trabalhadores.

4. Aos educadores, que rejeitem as cartilhas e livros que, a pretexto de proteger a saúde do adolescente e oferecer educação sexual, corrompem a infância e a juventude.

5. Aos médicos e outros profissionais de saúde, para que resistam às políticas pró-aborto do governo, mantendo-se fieis ao juramento de Hipócrates.

6. Aos líderes religiosos, que instruam o povo a eles confiado acerca de tudo o que foi referido acima.

Brasília, 9 de setembro de 2012.

ABRACEH - Associação de Apoio ao Ser Humano e à Família
Associação Nacional Mulheres pela Vida
Associação Nacional Pró-vida e Pró-família
Associação Theotokos - Guarulhos-SP
Comunidade Católica Totus Mariae - São Carlos-SP
Frente Integralista Brasileira (FIB)
Instituto Eu Defendo - RJ
Instituto Juventude pela Vida - SP
Instituto Vera Fides - RJ
Movimento Ação e Vida - RJ
Movimento em Defesa da Vida do Rio de Janeiro
Movimento Sacerdotal Mariano - São José dos Campos-SP
Movimento Teologia do Corpo
Pró-Vida de Anápolis - GO
Rede Pró-vida Nacional
Sociedade de Divulgação Espírita Auta de Souza-DF

VAMOS DIVULGAR ESSE MANIFESTO !!!
SOMOS A FAVOR DA VIDA.

Sagrada Família, rogai por nós.
Santa Gianna Beretta Molla, rogai por nós.

terça-feira, 31 de julho de 2012

O governo federal e as organizações que trabalham para legalização do aborto

Nas últimas eleições presidenciais, quando a então candidata à presidência da República, Sra. Dilma Rousseff, viu as intenções de voto caírem vertiginosamente após a divulgação da sua posição favorável ao aborto, assinou um compromisso público, no qual firmou a obrigação de não modificar a legislação referente ao aborto. Com isso, conseguiu eleger-se, como é sabido.

Após ser eleita, de fato, a Sra. Dilma Rousseff não tentou modificar as leis que tipificam o aborto, porém, vem trabalhando com afinco e determinação para que o aborto seja implantado no país. Para isso, tem financiado organizações que têm como bandeira o trabalho para a legalização do aborto. Essas organizações lutam pelo que chamam de “direito da mulher” sobre o seu corpo.

Padre Paulo Ricardo nos apresenta os últimos passos dados em direção à legalização do aborto no Brasil. Precisamos de vocês internautas na divulgação deste vídeo para todos os seus amigos e familiares. 

Não deixe de colocar na parte principal da sua página do Facebook, Twitter, Orkut, Blog, etc. Compartilhe!!!

Caso não consiga ver o vídeo, acesse: http://youtu.be/uOn-_xeWsW8

quinta-feira, 26 de julho de 2012

NÃO à Cultura da Morte!

Um video esclarecedor para quem não aceita a cultura da morte que alguns poucos pretendem implantar no Brasil.
 Caso não consiga visualizar o vídeo, acesse:
 
Fonte:

domingo, 8 de abril de 2012

Presidência da CNBB convoca Vigília Nacional de Oração pela Vida


FELIZ PÁSCOA! Na força do Cristo ressuscitado tenho a alegria de poder divulgar que a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) está CONVOCANDO todas as arquidioceses e dioceses do Brasil para promoverem uma Vigília de Oração pela Vida por ocasião do julgamento da ADPF-54 a respeito da legalização de aborto de crianças anencefálicas.

A solicitação do ato religioso está publicada no próprio site da CNBB, como se pode ver no print screen ao final do post e também no link do site da Conferência: http://www.cnbb.org.br/site/imprensa/noticias/9005-cnbb-convoca-para-vigilia-de-oracao-pela-vida

A notícia é capa do site da CNBB e foi publicada no sábado santo, 07 de abril, às 14h32. Esta é a primeira vez que a Conferência Nacional dos Bispos solicita que TODAS as arquidioceses e dioceses do Brasil e mobilizem em vigília contra o aborto. Pode-se dizer que se trata de um momento histórico!

Antes da convocação oficial da CNBB, vários bispos já haviam se pronunciado publicamente pedindo para que o Supremo Tribunal Federal (STF) proteja a vida humana e não permita que o aborto seja legalizado no Brasil. A própria Conferência dos Bispos, em 2008, manifestou-se oficialmente sobre a ADPF-54 e aborto de crianças anencefálicas como é possível ler no material acima disponível para download e no próprio site da CNBB.

Excelente presente de Páscoa! Obrigado senhores bispos, de forma especial aos bispos que assinam a convocação: Cardeal Raymundo Damasceno Assis (Arcebispo de Aparecida e Presidente da CNBB), Dom José Belisário da Silva (Arcebispo de São Luís e Vice-Presidente da CNBB) e Dom Leonardo Steiner (Bispo Auxiliar de Brasília e Secretário Geral da CNBB).

Façamos a nossa parte. Vamos difundir a mensagem da Conferência e ajudar nossas comunidades a fazer a vigília pela vida. E só lembrando: é terça-feira a vigília de Brasília, em frente ao STF.

FONTE:
http://diasimdiatambem.com/2012/04/08/cnbb-solicita-que-arquidioceses-e-dioceses-promovam-vigilia-de-oracao-pela-vida/

Oremos ao Senhor da Vida:
 
Deus Pai onipotente te pedimos por Jesus, vosso Filho, que está vivo e ressuscitado em nosso meio, tu que livra-nos do mal do aborto, tende piedade de nós Senhor, dessa terra de Santa Cruz.
Amém.

Nossa Senhora Aparecida, livrai-nos do mal do aborto.

P. S.: Deseja se manifestar contra essa cultura de morte? e não sabe como, acesse:

quinta-feira, 5 de abril de 2012

CAMPANHA: Mensagem aos Ministros do Supremo Tribunal Federal

FONTE:
http://www.deuslovult.org/2012/04/05/mensagens-aos-ministros-do-stf-a-voz-do-brasil-pela-vida/
Excelente esta iniciativa do Curator Ventris de criar um canal direto de envio de mensagens aos ministros do Supremo Tribunal Federal para manifestar-lhes posição contrária ao aborto! Acesse:
http://www.curatorventris.org.br/avozdobrasil.php e enviemos uma mensagem eletrônica a cada um dos ministros do STF. Há várias mensagens prontas que basta escolher para enviar, e há também a possibilidade de escrever a própria mensagem.

Temos que falar pelos nascituros, pois, ninguém mais está falando e se não os socorrermos eles serão assassinados antes de nascerem. Para isso estamos pedindo que façam-se ouvir pelos Ministros do STF.

Para que sua voz chegue aos Ministros só é preciso preencher o formulário que esta no link e clicar em "Enviar", este simples gesto vai contribuir para que o Brasil salve muitos nascituros acometidos de anencefalia.

PARTICIPE, FAÇA SUA PARTE.

OS NASCITUROS ACOMETIDOS DE ANENCEFALIA E NÓS LHES SEREMOS GRATOS ETERNAMENTE.

Disse muito bem o Paes de Lira (no vídeo que se encontra na página acima referida):
 "Aborto é homicídio qualificado a sangue frio, mas é muito fácil praticá-lo porque não se olha a vítima nos olhos e porque não se escuta o seu grito de terror".

Nós não queremos esta barbaridade no Brasil. Não fiquemos calados: cartas ao STF! Façamos a nossa parte, nem que seja somente para demarcar território e fazer o registro histórico do nosso desacordo com os desmandos dos nossos governantes.

Que Deus nos livre da praga do aborto.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

O Direito à Vida por um fio


Na próxima quarta-feira, 11 de abril, o Supremo Tribunal Federal (STF) julgará a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental nº 54 (ADPF), que pode legalizar o aborto de anencéfalos – deficiência ocorrida em crianças que nascem sem a calota craniana e, depois de nascidas, têm pouco tempo de vida.

Por causa do risco dessa legalização, trinta jovens do Distrito Federal se uniram na Praça dos Três Poderes na tarde de hoje. Em uma manifestação silenciosa, eles colocaram em frente ao Supremo mais de 200 balões vermelhos amarrados em fitas também vermelhas.
Os balões representavam as crianças anencéfalas, já o fio era o direito à vida dessas crianças que, segundo os jovens, “está por um fio”. Além dos balões, os jovens usaram vendas nos olhos, um dos símbolos da Justiça. Essa simbologia remetia à ideia de que a Justiça é imparcial e não deve tratar as crianças com deficiência de forma desprivilegiada.

O argumento apresentado na ADPF ao STF está embasado na afirmação de que o anencéfalo é um sub-humano, deixando o caminho livre para a mãe optar pela morte dessa criança ainda no ventre. Esta posição é rechaçada por diversos organismos da sociedade. Também não se pode comparar a criança portadora desta anomalia a um morto cerebral, pois este depende de aparelhos, e o anencéfalo respira espontaneamente. Já o Estado não pode legalizar leis que permitam a extermínio de deficientes.

Mais fotos:





Fonte:
http://www.promotoresdavida.org.br/component/content/article/1/754

Saiba mais sobre Anecefalia, acesse:
http://www.promotoresdavida.org.br/anencefalia

terça-feira, 3 de abril de 2012

Pe. Luiz Antonio Bento, representando a CNBB, em audiência pública sobre a ADPF 54 - Aborto de Anencéfalos


Apresentação feita em 2009, no Supremo Tribunal Federal, pelo Pe. Luiz Antonio Bento, representando a CNBB, em audiência pública sobre a ADPF 54 - Aborto de Anencéfalos. O padre considera a perspectiva cristã da dignidade da pessoa humana que independe de atributos físicos ou estado de saúde da pessoa.

E conheça a história de Marcela que  foi diagnosticada com anencefalia. Sobreviveu 1 ano e 8 meses.
Sua vida foi motivo de riqueza para a sua família e para a sociedade, que aprende a ser mais humana ao acolher os mais frágeis. 


Para se manifestar contra o Aborto de Anencéfalos, acesse:


Vamos fazer a nossa parte, dia 11/04 o STF julgará essa matéria!!!

Nossa Senhora da Glória, rogai por nós.
Santa Gianna Beretta Molla, rogai por nós.

sábado, 31 de março de 2012

Não ao ABORTO dos bebês anencéfalos

No próximo dia 11 de abril de 2012, o Supremo Tribunal Federal julgará a ADPF (Ação de descumprimento de preceito fundamental) nº 54 e decidirá se o abortamento provocado ou não ser realizado nos casos dos bebês anencéfalos.

O momento atual que enfrentamos é bastante delicado. É preciso que todas as pessoas de bem que são contrárias ao aborto se unam para demonstrar sua opinião aos Excelentíssimos Julgadores.

O aborto não pode ser visto como solução para a gestante é preciso que ela seja acolhida e acompanhada para amar seu filho independente de sua condição, seja ele doente ou não, com a garantia dos cabíveis cuidados paliativos, de modo a aliviar o sofrimento e melhorar a qualidade de vida.

É no mínimo um contrassenso que, num Estado Democrático de Direito, recursos públicos sejam utilizados para matar seres humanos que se encontram numa situação de fragilidade. Isso afronta a dignidade da pessoa humana, princípio basilar da Constituição Federal.

Podemos fazer algo concreto!

Basta que você imprima a carta que o Movimento São Paulo pela Vida elaborou, preencha o espaço em branco com seu nome e envie-a para o endereço do Supremo Tribunal Federal através do correio, clique  no link a seguir:
http://www.saopaulopelavida.com.br/cartaaostf/carta.pdf  para baixar a carta.

Destinatário: Supremo Tribunal Federal
Praça dos Três Poderes – Brasília – DF – CEP 70175-900


Ou, se preferir, pode enviar uma carta para cada gabinete dos 11 Ministros do STF que irão julgar esta ação clique no link a seguir para obter a relação dos Ministros, eis:
http://www.saopaulopelavida.com.br/cartaaostf/Relacao_dos_Ministros_do_STF.pdf

Não pense que a sua iniciativa não irá resolver o problema, pois o mal só triunfa quando as pessoas de bem nada fazem.


Somos em Defesa da Vida, desde a fecundação até a morte natural, NÃO ao aborto.


Fonte:

segunda-feira, 26 de março de 2012

26 de março: Anunciação do Senhor



FONTE:
http://pastoralfamiliarrj.blogspot.com.br/2012/03/anunciacao-do-senhor.html

Na solenidade da Anunciação do Senhor (transferida para hoje por conta do 5º domingo da Quaresma) nosso blog gostaria de lembrar a responsabilidade de todo cristão preservar e defender a vida, desde o ventre materno. A vida que está cada vez mais ameaçada... Por isso, trazemos este artigo para sua reflexão. E nos unimos em oração neste dia a todos os que valorizam a vida humana, dom de Deus, desde a concepção até seu fim natural.

Por uma reforma do Código Penal a favor da vida, e não contra ela - (Lenise Garcia)

Está em curso uma proposta de reforma do Código Penal brasileiro. Há duas comissões no Congresso Nacional trabalhando nisso, uma na Câmara dos Deputados e outra no Senado.
O Senado, além disso, instituiu uma “Comissão de Reforma” composta por juristas consultores. Certamente há muitos ajustes a serem feitos, inclusive para contribuir à resolução dos nossos inúmeros problemas carcerários.

Um Código Penal a favor da vida pode evitar, por exemplo, que condenados por pequenos furtos tornem-se, na prisão, participantes do crime organizado, como hoje ocorre. Isso exige uma reforma coordenada do Código, como a que é proposta. Temas polêmicos dificilmente poderão ser adequadamente debatidos nesse contexto.

Todos eles são objeto de projetos de lei específicos, muito mais adequados para tratar essas questões com o devido cuidado. Entretanto, a comissão de especialistas do Senado resolveu partir diretamente para esses aspectos, o que nos obriga a estar também atentos e participar desse debate, que já começa a ocorrer.

Veja as modificações que estão sendo propostas, entre elas, por exemplo:
Eutanásia
Art. 122. Matar, por piedade ou compaixão, paciente em estado terminal, imputável e maior, a seu pedido, para abreviar-lhe sofrimento físico insuportável em razão de doença grave:
Pena – Detenção, de dois a quatro anos.
§ 1º O juiz deixará de aplicar a pena avaliando as circunstâncias do caso, bem como a relação de parentesco ou estreitos laços de afeição do agente com a vítima.

Exclusão do crime (de aborto)
Art. 128. Não há crime se:
I – se houver risco à vida ou à saúde da gestante.
II – a gravidez resulta de violação da dignidade sexual, ou do emprego não consentido de técnica de reprodução assistida;
III – comprovada a anencefalia ou quando o feto padecer de graves e incuráveis anomalias que inviabilizem a vida independente, em ambos os casos atestado por dois médicos.
IV – por vontade da gestante até a 12ª semana da gestação, quando o médico constatar que a mulher não apresenta condições psicológicas de arcar com a maternidade.
§ 1º Nos casos dos incisos II e III, e da segunda parte do inciso I, o aborto deve ser precedido de consentimento da gestante, ou quando menor, incapaz ou impossibilitada de consentir, de seu representante legal, do cônjuge ou de seu companheiro.

Ou seja, pretende-se que o novo Código permita aos filhos matarem os seus pais, e aos pais matarem os filhos. Sabemos que esta não é a sociedade que o povo brasileiro deseja construir. Mas é necessário que nos manifestemos, alertemos nossos familiares e amigos, divulguemos nas redes sociais e acompanhemos com atenção estas questões.

E fiquemos espertos, pois, o STF tratará de novo o aborto de Anencéfalos.

Saiba mais sobre Anencéfalos, acesse:
http://www.portaldafamilia.org/scpainel/cart017.shtml
http://www.defesadavidalondrina.org.br/?p=474
Nossa Senhora da Anunciação, rogai por nós.
Santa Gianna Beretta Molla, rogai por nós.

sexta-feira, 23 de março de 2012

Vídeo da manifestação pela CPI do aborto


1. Manifestação pública de apôio a D. Bergonzini pela vitória no STE que obrigou a devolução do manifesto distribuído durante a última campanha.
2. Pedindo a demissão da Ministra ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Eleonora Menicucci
3. Entrada de um processo contra as "católicas pelo direito de decidir", que de católicas não tem nada!!! 

FONTE:

Vamos defender a Vida, desde a fecundação até a morte natural.

DEUS CONTA CONOSCO.

quinta-feira, 22 de março de 2012

Palestra sobre a Carta Encíclica EvangeliumVitae (Evangelho da Vida)

Vídeos da Formação dada no dia 11//03/2012 na Igreja S Benedito ( Paróquia do Puríssimo Coração de Maria), Guaratinguetá/SP.

O tema da formação foi a Carta Encíclica EvangeliumVitae (Evangelho da Vida), a palestra foi ministrada pelo Padre Carlinhos, assessor Arquidiocesano da Pastoral Familiar, da Arquidiocese de Aparecida.

Após o evento, houve a decisão de que haverá mensalmente uma formação em Defesa da Vida em nível Diocesano que será realizado às 16:00 horas do dia 22 de abril, na Paróquia do Puríssimo Coração de Maria encerrando com a celebração da Santa Missa do último dia do Tríduo em Homenagem de Santa Gianna Beretta Molla que serão dias 20, 21 e 22 de abril às 19:00 horas.
E todos estão convidados a Particpar dessa FORMAÇÃO.

Primeira Parte do Vídeo:


Segunda Parte do Vídeo:


Terceira Parte do Vídeo:


Quarta Parte do Vídeo:


Nossa Senhora Aparecida, rogai por nós.
Santa Gianna Beretta Molla, rogai por nós.

quarta-feira, 14 de março de 2012

Defendendo a Vida no Senado Federal





Fonte:
http://diasimdiatambem.com/

Quem é ela? A brasileira comum que representou a cada um de nós, no vídeo acima, escreveu para este blog contando um pouco sobre sua reação ao saber da divulgação do vídeo e  demonstrando ainda mais suas convicções pró-vida.

Meu nome é Renata Gusson Martins, tenho 30 anos, sou de São Paulo, e sou eu a mulher que se pronunciou no vídeo repercutido pelas redes sociais, no qual falo sobre a defesa da vida. Pra mim está sendo uma surpresa tudo isso, o alcance das minhas palavras durante reunião transmitida pela TV Senado no dia 08 março, Dia Internacional da Mulher, direto da Subcomissão Permanente em Defesa da Mulher (CDHSPDM).

Eu sou uma cidadã brasileira comum, casada, mãe, profissional… Apenas mais uma entre milhões de mulheres que fazem o Brasil. Para mim, toda essa divulgação que a mensagem em defesa da vida ganhou nesses dias é a confirmação evidente de algo muito interessante: acredito que, na verdade, servi de porta-voz para um batalhão de mulheres (e homens também) que, se estivessem naquele mesmo lugar e momento, teriam dito coisas semelhantes às que eu disse.

Para saber mais sobre essa MULHER DE CORAGEM, a Renata, acesse:
http://diasimdiatambem.com/2012/03/14/mulher-brasileira/#more-12729

Nossa Senhora Aparecida, rogai por nós.
Santa Gianna Beretta Molla, rogai por nós.

CPI da VERDADE sobre o ABORTO, JÁ!


FONTE: www.domluizbergonzini.com.br

Os 82% ou 71% do povo brasileiro contra a liberação do aborto precisam saber toda a VERDADE e merecem respeito. Os Parlamentos brasileiros não podem mais se omitir! Não dá mais para esconder os financiamentos internacionais e interesses assassinos e escusos por trás da campanha a favor do aborto. Precisamos de “comissões da verdade” para DAR VIDA às pessoas e NÃO MORTE. O Senado e a Câmara Federal podem criar CPIs. As Assembleias Legislativas estaduais e as Câmaras Municipais também podem criar CPIs para investigar entidades abortistas sediadas em seus estados e municípios.

CPI da VERDADE sobre o ABORTO, JÁ!

Há várias justificativas para iniciar a CPI DO ABORTO e mostrar a verdadeira face oculta da cultura da morte, da campanha pelo aborto livre.

Maternicídio

Os abortistas usam número mentirosos para assustar o povo e enganar os parlamentares. Já falaram em três milhões, um milhão e, agora, falam em 200 mil mortes maternas por ano. Por esses números teríamos um “maternicídio”. Os abortistas usam o número de curetagens em abortos espontâneos realizados pelo SUS (cerca de 180 mil/ano) para dizer que são abortos clandestinos ou mortes maternas de mulheres negras ou pobres. Verdade: o Ministério da Saúde informou: no primeiro semestre de 2011, foram 705 mortes maternas. Se o número for repetido no segundo semestre, serão 1.410 mortes maternas no ano. Infinitamente menor que 200 mil, um milhão, três milhões! Um genocídio de bebês não salvará a vida de nenhuma gestante. Precisamos dar condições alimentares e de saúde para salvar a vida dessas 1.410 gestantes.

Falta de Saúde Pública


As mortes maternas acontecem por falta de saúde pública adequada. Em BH, 95,5% das mortes maternas foram causadas por falha no atendimento de saúde, em 2010. Em Brasília, uma gestante ficou com o feto morto em seu útero por oito dias e outra recebeu o feto num vidro. Gestantes ficam abandonadas pelos corredores hospitalares em várias partes do país. A presidente Dilma Rousseff cortou a verba da saúde em mais de 5 bilhões de reais neste ano. As mortes das mulheres pobres, sem atendimento ou nas portas dos hospitais, é um problema de falta de saúde pública. É uma lástima a omissão dos governantes e dos parlamentos com futuro dos brasileirinhos e brasileirinhas. Pergunta-se: impedir que nasçam, matá-los no útero de suas mães será melhor para o Brasil?

Nazismo, preconceito e discriminação

Os abortistas dizem que as mulheres ricas, de todas as cores de peles, têm dinheiro para pagar seus abortos, por isso matariam seus filhos com mais tranqüilidade. Dizem que as mulheres pobres ou negras (usam a cor para vincular suas propostas ao racismo) morrem porque não têm dinheiro para pagar os abortos. As propostas dos abortistas são todas no sentido de assassinar os filhos das mulheres pobres. Os abortistas são adeptos de Hitler, querem criar uma raça brasileira pura, sem filhos de famílias pobres. O Estado é obrigado a dar “assistência aos desamparados” (art. 6º.CF) e saúde para as mulheres pobres, de qualquer cor, para que seus filhos sejam saudáveis. Pergunta-se: um país verdadeiramente rico é um país que mata os filhos dos pobres?

Capitalismo bilionários internacionais

O noticiário informa sobre o financiamento de ONGs e pessoas dedicadas à causa abortista por capitalistas internacionais bilionários - Fundação Ford – Warren Buffet. Nos EUA abortistas desviaram dinheiro destinado à cura de câncer para praticar abortos. É preciso descobrir como (se legalmente) e quem envia, quem recebe e proibir esse tipo de atividade destinada à matança dos brasileiros. É preciso confiscar esse dinheiro e destiná-lo à saúde. Pergunta-se: podemos deixar dinheiro internactional matar brasileirinhos e brasileirinhas?

Proteção à maternidade

A Constituição Federal diz, em seu artigo 6º., que são direitos sociais “…a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados…”. A gestação se inicia com a fecundação do óvulo. Portanto, é obrigação do Estado dar proteção à gestante e não propor o assassinato de seu filho. Nunca uma mulher precisou de atestado de psicólogo para declarar se ela estava em “condições psicológicas” para dar à luz e manter uma criança. Será que a mulher precisará de autorização do psicólogo para ter filhos ? A maternidade é um dom natural. O Estado, representado pela presidente, os governadores, os prefeitos e os parlamentos têm obrigação de dar proteção à maternidade e dar assistência às gestantes desamparadas (art. 6º.CF), através de um subsídio mensal, pago diretamente a elas, para terem seus filhos com saúde.

Aborto e estupro são crimes hediondos

Em nosso requerimento ao Ministério Público de Guarulhos, demonstramos que o aborto e o estupro são crimes hediondos. No aborto, a vítima, inocente e indefesa, é assassinada por meios cruéis. A alteração do Código Penal pode acontecer, mas para suprimir todas as possibilidades de aborto e garantir vida aos nascituros. O exemplo da deputada federal Fátima Pelaes (vídeo aqui) mostra que não podemos tirar a vida de ninguém. Para os casos de estupro, os governos e os parlamentos podem criar um subsídio financeiro para a mãe, até o nascimento do bebê, e simplificar a adoção, para reduzir o tempo de espera dos adotantes e evitar disputas judiciais entre a mãe adotiva e a mãe biológica.

Direito do nascituro/anencéfalo

O ex-ministro do STF, Eros Grau, sem nenhuma paixão religiosa, demonstra o direito do nascituro, inclusive o anencéfalo, no artigo “Pequena nota sobre o direito a viver”.

Pacto de San Jose da Costa Rica

A Convenção Americana de Direitos Humanos foi promulgada pelo Brasil através do decreto nº. 678/92. O art. 4º prevê o direito à vida e é bastante claro: “1. Toda pessoa tem direito de que se respeite sua vida. Esse direito deve ser protegido pela lei e, em geral, desde o momento da concepção. Ninguém pode ser privado da vida arbitrariamente.” Nos termos do art. 44, da Convenção, se aprovada a liberação do aborto, os organismos de defesa da vida poderão denunciar o Governo Brasileiro junto a Comissão Interamericana de Direitos Humanos, sediada em Washington, Estados Unidos da América.

Genocídio

A antiga “Convenção Para a Prevenção e Repressão do Crime de Genocídio”, promulgada pelo Decreto Presidencial n. 30.822, de 06.05.1952, renovada pelo Estatuto de Roma, promulgado pelo Decreto Presidencial nº. 4.388, de 25.09.2002, prevê, no seu art. 6o , o crime de Genocídio: “Para os efeitos do presente Estatuto, entende-se por ‘genocídio’, qualquer um dos atos que a seguir se enumeram, praticado com intenção de destruir, no todo ou em parte, um grupo nacional, étnico, racial ou religioso, enquanto tal: d) Imposição de medidas destinadas a impedir nascimentos no seio do grupo”. A elaboração de leis que possibilitem o assassinato em massa de filhos de mulheres pobres tem a conotação de impedir nascimentos no seio desse grupo nacional (pobres), podendo levar a denúncias no Tribunal Penal Internacional.

Quem pratica o mal maior, pode praticar todos os outros. O assassinato é o crime maior, pois tira a vida, o maior bem de uma pessoa. A vida é uma dádiva de Deus. Precisamos acabar com a cultura da morte, para reduzir a violência e gerar a paz. Aqueles que propõem a morte dos filhos dos outros ou matam seus próprios filhos perdem os parâmetros morais e podem praticar qualquer outro crime, sem nenhum peso na consciência.

Convocação

Convoco as crianças, os jovens, os adultos, os idosos, os cristãos, de todas as denominações, os não-cristãos, todos defensores da vida para, no dia 21.03.2012, comparecerem na concentração, a partir das 11:00 horas, na escadaria da Catedral da Sé, em São Paulo, para, em seguida, a partir das 12:30 h, participarem da Manifestação – CPI da Verdade sobre o aborto, já!, em frente ao forum João Mendes, na Praça João Mendes, Centro de São Paulo.

Jesus Cristo nos disse:

“O ladrão só vem para roubar, matar e destruir. Eu vim para que tenham vida, e a tenham em abundância.” (Jo 10,10) “Eu sou o caminho a verdade e a vida.” (Jo 14,6)

O povo precisa da verdade e da vida!
O Beato João Paulo II nos disse:

Não tenhais medo! Não tenhamos medo!

Dom Luiz Bergonzini
Bispo Emérito de Guarulhos
www.domluizbergonzini.com.br

sábado, 10 de março de 2012

O Aborto não é uma Opção


Desde sua formação genética e ao longo da vida, a mulher se prepara fisica e psicologicamente para ser mãe. Quando menina brinca de boneca e tem em si o instinto natural de cuidar e proteger. Já na adolescência, seu corpo se prepara para gerar uma vida dentro de si.

Todas as características femininas “desde a conformação do esqueleto, músculos, órgãos reprodutores, ação sobre outras diferentes glândulas” preparam a mulher para a maternidade, explica a médica especialista em Ginecologia e Obstetrícia, Elizabeth Kipman Cerqueira.

"A maternidade implica desde o início uma abertura especial para a nova pessoa: e precisamente esta é a 'parte' da mulher. Nessa abertura, ao conceber e dar à luz o filho, a mulher 'se encontra por um dom sincero de si mesma'”, escreve o Papa João Paulo II, em sua Encíclica Mulieris dignitatem.

O assessor da Comissão Episcopal para Vida e Família, padre Rafael Fornasier, salienta que tanto a mulher quanto o homem precisam entender sua vocação como colaboradores de Deus. "Só se entende plenamente a própria identidade e vocação na alteridade, na relação com o diferente”, completa.

Para a jovem Thamyê Rada Bloes a notícia de sua primeira gravidez foi um susto. Aos 24 anos ela estava morando na Irlanda, não estava casada e longe de sua família e sua pátria.

“Apesar do medo, a alegria contagia a gente. Não tem como não ficar feliz quando a gente imagina como será, se será menino ou menina e tudo mais”, conta.

Embora estando num país onde o aborto é legalmente permitido, isso nunca foi uma opção para Thamyê. A educação que ela recebeu da família e na própria escola primária construíram sua consciência quanto a importância da vida.

O Aborto não é uma opção

Para a Igreja Católica, independente de ser planejado ou não, um filho é sempre uma benção de Deus. Desde a concepção já existe um novo ser que deve ter seus direitos tutelados, assim, o aborto não deve ser praticado.


"A vida é um dom de Deus, que tem início na concepção e seu fim natural no dia da morte da pessoa. Portanto, abortar significa matar um ser humano, indefeso, sem voz e nem vez. Toda ameaça à dignidade e à vida da pessoa humana, não pode deixar de repercutir no coração e na missão da Igreja", reforça o Bispo de Guarulhos e membro da Comissão para Vida e Família da CNBB, Dom Joaquim Justino Carreira.

Esta é uma reflexão não só de católicos, de cristãos, de diversos grupos religiosos, mas também de profissionais da saúde e de legisladores.

“Todos os livros de medicina, biologia e fisiologia registram que uma nova vida humana se inicia com o encontro do óvulo e espermatozóide. As discussões surgiram a partir da proposta de liberação do aborto e da busca por liberdade em experimentações com embriões gerados em laboratório”, esclarece a médica Elizabeth Kipman.

O Código Penal, por sua vez, visando garantir o direito à vida, consta no Título I (crimes contra a pessoa), um capítulo em que pune os crimes contra a vida (artigos 121 ao 128).

"Como a finalidade da criação do Estado é a própria garantia da proteção à vida, em outras palavras, com a punição ao aborto, garante-se a vida também àquele que sequer possui qualquer meio de defesa, posto ainda estar em desenvolvimento intra-uterino", salienta a juíza Miriana Lima Maciel.


Mudanças depois do nascimento

Fisicamente, há uma linda harmonia no organismo que se prepara para proteger e promover o desenvolvimento do pequeno ser recém-nascido. Psicologicamente, mesmo que o esforço exigido seja grande, a ligação afetiva se faz imediatamente e se desenvolve cada vez mais.

“É importante lembrar o que muda espiritualmente: a mulher experimenta de modo único, o apelo para transcender suas dificuldades e se abrir ao amor. O apelo de sair de si em direção ao outro que é seu filho e de acolhê-lo em seu coração”, destaca a médica.

Não há como não acreditar em Deus tendo uma vida crescendo dentro de si. No quinto mês de gestação, Thamyê espera agora ansiosa para o casamento e para conhecer a face de sua filha, aquela que será seu maior amor sobre a Terra, a revelação de Deus para si.

“Eu espero que tudo corra bem no parto e que ela cresça com saúde. Quero que ela cresça bem e feliz e que aprenda os valores que meus pais me ensinaram. Vou me esforçar bastante para ser uma boa mãe”, conclui a jovem.

Fonte:
http://www.domluizbergonzini.com.br/2012/03/aborto-nao-e-uma-opcao-diz-dom-joaquim.html

Santa Gianna Beretta Molla, rogai por nós.

sexta-feira, 2 de março de 2012

O aborto já não basta, agora querem o direito de assassinar também os recém-nascidos



FONTE:
http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/eles-chegaram-la-dupla-de-especialistas-defende-o-direito-de-assassinar-tambem-os-recem-nascidos/

Os neonazistas da “bioética” já não se contentam em defender o aborto; agora também querem a legalização do infanticídio! Eu juro! E ainda atacam os seus críticos, acusando-os de “fanáticos”. Vamos ver. Os acadêmicos Alberto Giublini e Francesca Minerva publicaram um artigo no, ATENÇÃO!, “Journal of Medical Ethics” intitulado “After-birth abortion: why should the baby live?“ - literalmente: “Aborto pós-nascimento: por que o bebê deveria viver?” No texto, a dupla sustenta algo que, em parte, vejam bem!, faz sentido: não há grande diferença entre o recém-nascido e o feto. Alguém poderia afirmar: “Mas é o que também sustentamos, nós, que somos contrários à legalização do aborto”. Calma! Minerva e Giublini acham que é lícito e moralmente correto matar tanto fetos como recém-nascidos. Acreditam que a decisão sobre se a criança deve ou não ser morta cabe aos pais e até, pasmem!, aos médicos.


Para esses dois grandes 'humanistas', NOTEM BEM!, AS MESMAS CIRCUNSTÂNCIAS QUE JUSTIFICAM O ABORTO JUSTIFICAM O INFANTICÍDIO, cujo nome eles recusam — daí o “aborto pós-nascimento”. Para eles, “nem os fetos nem os recém-nascidos podem ser considerados pessoas no sentido de que têm um direito moral à vida”. Não abrem exceção: o “aborto pós-nacimento” deveria ser permitido em qualquer caso, citando explicitamente as crianças com deficiência. Mas não têm preconceito: quando o “recém nascido tem potencial para uma vida saudável, mas põe em risco o bem-estar da família”, deve ser eliminado.

Num dos momentos mais abjetos do texto, a dupla lembra que uma pesquisa num grupo de países europeus indicou que só 64% dos casos de Síndrome de Down foram detectados nos exames pré-natais. Informam então que, naquele universo pesquisado, nasceram 1.700 bebês com Down, sem que os pais soubessem previamente. O sentido moral do que diz a dupla é claro: soubesse antes, poderia ter feito o aborto; com essa nova leitura, estão a sugerir que essas crianças poderiam ser mortas logo ao nascer. Não! Minerva e Giublini ainda não haviam chegado ao extremo. Vão chegar agora.

Por que não a adoção?
Esses dois monstros morais se dão conta de que o homem comum, que não é, como eles, especialista em “bioética”, faz-se uma pergunta óbvia: por que não, então, entregar a criança à adoção? Vocês têm estômago forte?. Traduzo trechos da resposta:

“Um objeção possível ao nosso argumento é que o aborto pós-nascimento deveria ser praticado apenas em pessoas (sic) que não têm potencial para uma vida saudável. Conseqüentemente, as pessoas potencialmente saudáveis e felizes deveriam ser entregues à adoção se a família não puder sustentá-las. Por que havemos de matar um recém-nascido saudável quando entregá-lo à adoção não violaria o direito de ninguém e ainda faria a felicidade das pessoas envolvidas, os adotantes e o adotado?
(…)
Precisamos considerar os interesses da mãe, que pode sofrer angústia psicológica ao ter de dar seu filho para a adoção. Há graves notificações sobre as dificuldades das mães de elaborar suas perdas. Sim, é verdade: esse sentimento de dor e perda podem acompanhar a mulher tanto no caso do aborto, do aborto pós-nascimento e da adoção, mas isso NÃO SIGNIFICA que a última alternativa seja a menos traumática.”

A dupla cita trecho de um estudo sobre mães que entregam filhos para adoção:“A mãe que sofre pela morte da criança deve aceitar a irreversibilidade da perda, mas a mãe natural [que entrega filho para adoção] sonha que seu filho vai voltar. Isso torna difícil aceitar a realidade da perda porque não se sabe se ela é definitiva“.

Voltei
É isso mesmo! Para a dupla, do ponto de vista da mulher, matar um filho recém-nascido é “psicologicamente mais seguro” do que entregá-lo à adoção. Minerva e Giublini acabaram com a máxima de Salomão. No lugar do rei, esses dois potenciais assassinos de bebês teriam mesmo dividido aquela criança ao meio.

Querem saber? Essa dupla de celerados põe a nu alguns dos argumentos centrais dos abortistas. Em muitos aspectos, eles têm mesmo razão: qual é a grande diferença entre um feto e um recém-nascido? Ao levar seu argumento ao extremo, deixam a nu aqueles que nunca quiseram definir, afinal de contas, o que era e o que não era vida. Estes dois não estão nem aí: reconhecem, sim, como vida, tanto o feto como o recém-nascido. Apenas dizem que não são ainda pessoas no sentido que chamam “moral”.

Notem que eles também suprematizam, se me permitem a palavra, o direito de a mulher decidir, a exemplo do que fazem alguns dos nossos progressistas, e levam ao extremo a idéia do “potencial de felicidade”, o que os faz defender, sem meios-tons, o assassinato de crianças deficientes — citando explicitamente os casos de Down.

O Supremo e os anencéfalos
O Supremo Tribunal Federal vai liberar, daqui a algum tempo, os abortos de anencéfalos. Como já afirmei aqui, abre-se uma vereda para a terra dos mortos, citando o poeta. Se essa má-formação vai justificar a intervenção, por que não outras? A dupla que escreveu o artigo não tem dúvida: moralmente falando, diz, não há diferença entre o anencéfalo e o recém-nascido saudável. São apenas pessoas potenciais. Afinal, para essa turma, quem ainda não tem história não tem direito à existência.

Um outro delinqüente intelectual chamado Julian Savulescu
A reação à publicação do artigo foi explosiva. Os dois autores chegaram a ser ameaçados de morte, o que é, evidentemente, um absurdo, ainda que tenham tentado dar alcance científico, moral e filosófico ao infanticídio. No mínimo a gente é obrigado a considerar que os dois têm mais condições de se defender do que as crianças que eles defendem que sejam mortas. A resposta que dão à hipótese de adoção diz bem com quem estamos lidando.

Julian Savulescu é o editor da publicação. Também é diretor do The Oxford Centre for Neuroethics. Este rematado imbecil escreve um texto iradodefendendo a publicação daquela estupidez e acusa de fundamentalistas e fanáticos aqueles que atacam os dois “especialistas em ética”. E ainda tem o topete de apontar a “desordem” do nosso tempo, que estaria marcado pela intolerância. Não me diga!!!

O que mais resta defender? Aqueles dois potenciais assassinos de crianças deveriam dizer por que, então, não devemos começar a produzir bebês para fazer, por exemplo, transplante de órgãos. Se admitem que são pessoas, mas ainda não moralmente relevantes, por que entregar aos bichos ou à incineração córneas, fígados, corações?

Tudo isso é profundamente asqueroso, mas não duvidem de que Minerva, Giublini e Savulescu fizeram um retrato pertinente de uma boa parcela dos abortistas. Se a vida humana é “só uma coisa” e se os homens são “humanos” apenas quando têm história e consciência, por que não matar os recém-nascidos e os incapazes?

Estes são os neonazistas das luzes. Mas não se esqueçam, hein? Reacionários somos nós, os que consideramos que a vida humana é inviolável em qualquer tempo.
Por Reinaldo Azevedo